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53 casais participaram de casamento social durante a Caravana da Transformação em Quatro Marcos

O dia 11 de março de 2017 ficará guardado para sempre na memória de 53 casais que participaram do Casamento Social em São José dos Quatro Marcos. Com a presença do presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Rui Ramos Ribeiro, da corregedora-geral da Justiça, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, do governador Pedro Taques e outras autoridades do Estado, os casais oficializaram a união durante a passagem da Caravana da Transformaçã pelo munucípio.
 
“Acho importante porque fica uma coisa correta para a sociedade, dentro da lei e da ordem, e para a gente se sentir mais à vontade. Para mim muda tudo”, afirma Rilvair Alves de Aguiar, 42 anos, que já vive junto de Divina Rosa da Silva há 12 anos.
 
Para a jovem Kayra Gabrielly Martins de Oliveira, 16 anos, o casamento é a realização de um sonho. Ela decidiu se unir a Rafael Marques Teixeira, 20 anos, mesmo namorando há apenas dois meses. “Eu gosto dele, ele gosta de mim e a gente quer ficar junto. Casar era o meu sonho. Ficamos sabendo do casamento e decidimos aproveitar a oportunidade”, afirma Kayra.
 
O pai da noiva, Rogério Martins de Souza, conta que gostou de ver a festa preparada pelo Poder Judiciário, Poder Executivo e prefeitura de Quatro Marcos no casamento social. “É bom ter esse evento para eles assumirem um compromisso. É o melhor para eles que estão começando agora”.
 
As histórias de amor dos 53 casais vão desde jovens apaixonados a casais que já estão juntos há mais de 20 anos, como é o caso de Maria Teixeira Zapeline, 61 anos, e Pedro Macena, 53 anos. Eles moram juntos em São José dos Quatro Marcos há 25 anos e já têm uma filha e netos. “Assim que ouvimos na rádio que teria o casamento, já corri atrás das certidões. Acho que as coisas vão se tornar melhores. Vamos fazer esse compromisso com a bênção de Deus e participar melhor da igreja”, explica Pedro.
 
 
“O casamento comunitário traz uma visão positiva para o Judiciário, pois evita novas judicializações em uniões fáticas. Isso tem reflexo nas ações de alimentos, investigação de paternidade, no inventário e nas questões previdenciárias”, destaca o juiz coordenador do programa Justiça Comunitária, José Antônio Bezerra Filho.